A força dos momentos

01/10/2009 at 17:07 Deixe um comentário

Muitos documentários têm sua força nos momentos que registram. Mesmo com um arco narrativo fraco, a simples observação desses momentos para transformá-los em cenas, alguns filmes conseguem agarrar a audiência pelo inusitado, pelo deslumbre, pela descoberta.

Um belo exemplo disso é o filme Saravah (1972), de Pierre Barouh. O que poderia ser uma fragilidade: construir o roteiro cenas independentes; aqui é um trunfo. Uma carta na manga potencializada pelos 37 anos de diferença com o presente, pela descoberta da doçura e felicidade da nossa música.

Entry filed under: Documentários. Tags: , .

Antes do cinema, a memória Apague as luzes

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

Enviar trackback para este post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Categorias


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.